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Voltei no dia seguinte conto erotico

em Contos eróticos com fotos

UM DIA DEPOIS QUE A CELINA ME VIU COMENDO A NEGUINHA NA LAVANDERIA, EU VOLTEI NA CASA DA NEGUINHA. QUERIA MUITO SABER SE A COMADRE CELINA COMENTOU ALGO COM A NEGUINHA, SOBRE TER VISTO A GENTE FAZENDO AMOR NA LAVANDERIA.

 

Autoria: Val Theo

 

Depois do acontecido comigo e a Neguinha na lavanderia da sua casa, voltei no dia seguinte para ver a minha mulher adorável. Eu precisava muito saber se a comadre e vizinha havia feito qualquer tipo de comentário, por ter me visto comendo a Neguinha, lá no chão da lavanderia. Precisava saber se a comadre viu algo… Queria muito saber, se a Celina falou alguma coisa para a Neguinha, sobre o fato de ter visto a gente no dia anterior, fazendo amor lá no chão da lavanderia. A Neguinha não sabia que a mulher nos viu. Mas eu vi e sabia muito bem, que a Celina havia ido nos espiar lá na lavanderia. A Celina havia visto eu e a Neguinha, deitados ao chão, fazendo amor bem rapidamente, naquele dia especial de tantos desejos entre nós.

 

Mais uma vez cheguei em sua casa sem avisar. Toquei a campainha uma vez. A rua estava silenciosa e sem movimento. Toquei a campainha mais uma vez e nada. Como podia ser que a Neguinha estivesse na lavanderia, resolvi gritar o seu nome. Gritei pelo menos duas vezes e nada. Até que a vizinha, comadre da Neguinha apareceu no portão e foi logo dizendo: ––Ela foi levar a menina na escola. Mas pelo jeito deve ter ido para longe, porque saiu com roupa de passeio. A mulher que era bastante íntima da Neguinha, fez questão de fazer essa observação para mim. Dessa maneira confirmei, que as pessoas daquela rua eram muito reparadeiras, como certa vez me disse a Neguinha. Depois deu com a mão me chamando para perto do seu portão. E voltou a dizer: ––Pode ser que nem demore, porque não saiu de bolsa. Até saiu bem mais cedo para levar a Jó na escola. Não sei se foi para ser gentil, mas em seguida a Celina me convidou para entrar e tomar um café. Claro eu recusei de primeira. Mas ela foi logo dizendo: ––Sei que o meu café não é tão bom como o da (…). E falou o nome da Neguinha. Eu sorri e acabei aceitando de tomar o café rapidinho. Resolvi não fazer desfeita. Falei e inventei, que só tinha passado lá, porque precisava pegar uma apostila de concurso com ela. Tomei o café em pé, na entrada da cozinha da Celina. Conversamos algumas poucas palavras e, ela foi bastante discreta. Não fez qualquer comentário sobre ter me visto fazendo amor com a Neguinha na lavanderia. Dei um corte na conversa, para não ficar muito tempo ali naquela ansiedade e sem jeito. A Celina veio até o portão, dei dois beijos no rosto da comadre da Neguinha e saí em direção da escola. Quem sabe a encontraria no caminho. Ainda na esquina olhei para trás, mas a comadre já havia entrado.

 

Passei em frente da escola da menina e não encontrei a Neguinha no caminho. Resolvi, que não iria perder a oportunidade de ver a Neguinha. Já que estava ali, decidi que iria ficar no ponto de ônibus esperando para ver se a Neguinha aparecia. Consegui convencer o meu chefe, de que eu tinha um problema para resolver e, pedi dispensa para sair no período da tarde. A Neguinha poderia até não aparecer nas próximas horas, mas eu sabia que teria que chegar ao menos para pegar a sua filha na escola. Eu iria correr o risco de esperar demais, naquele ponto sem cobertura, mas não havia outra saída. Esse ponto de ônibus ficava do outro lado da avenida mais importante do bairro. Era uma avenida larga, sendo dividida por um grande rio. Esse rio dividia as pistas sentido centro e sentido bairro. Eu ficava parado ali no ponto sentido centro, de onde avistava a rua inteira da casa da Neguinha, sem que pudesse ser notado. E mesmo debaixo daquele sol, fiquei esperando. Já era quase três e meia da tarde, quando a vi entrando lá pelo final da rua. De acordo com o que me disse a Celina, a Neguinha havia estado umas três horas fora. Pelo seu jeitinho eu reconheci aquele seu andar, caminhando bem vagarosamente. Claro que meu coração deu um grande salto de empolgação, quando vi a Neguinha chegando sozinha, naquela rua sem qualquer movimento. Eu me apressei em atravessar um lado daquela avenida principal. Depois parei para esperar o farol fechar e, atravessei correndo o outro lado, no sentido bairro. Apressei os passos, para chegar na casa antes da vizinha e comadre Celina. Vai que ela visse a Neguinha e resolvesse ir falar que estive lá. Não podia dar chance para mais uma fatalidade entre nós naquele dia.

 

Tudo tranquilo em sua rua naquele horário. Antes de tocar a campainha, olhei na direção da casa de comadre Celina. Havia passado antes em frente à casa da Claudete, e parecia não ter ninguém. Toquei a campainha e ao mesmo tempo olhando para a casa da Celina. Quando me preparei para tocar novamente ela apareceu. Estava com uma carinha meio estranha e de poucos amigos. Logo imaginei, que pudesse ser sobre a comadre ter visto gente ontem, fazendo amor no chão da lavanderia. Era besteira pensar isso, porque estive com a Celina horas antes, que não esboçou falar nada. Mas vez ou outra, a Neguinha tinha essa coisa de mudanças de humor. Chegou com as chaves, abriu o portão e a beijei no rosto com toda formalidade. No caminho entre o portão e a cozinha, ela me perguntou que bons ventos me traziam até a sua casa. Respondi já entrando na cozinha: ––Vim para ver como ficou a costura da cortina que fizeram. Falei meio em tom de brincadeira e sorri. Mas ela levou à sério. Fechou a cara e, assim que entramos me chamou para irmos ao quarto do casal. Percebi que estava bem contrariada. Porém, imaginei que fosse também um mero clima de tensão só de brincadeira. E não era. Não era mesmo. A Neguinha estava brava, porque disse que fui ver a cortina que costuraram no dia de ontem, em que estive lá. No começo do nosso relacionamento, quando conheci a Neguinha, até que achava a mulher bem humorada, mas depois de tanta convivência, descobri que era uma pessoa difícil, cheia de complexos de perseguição.

 

Entramos no quarto do casal no mesmo tempo. A Mulher entrou na minha frente e, eu segui atrás. A Neguinha foi até perto da cortina, apontou e disse que lá estava a cortina que eu queria tanto ver se ficou pronta. Como senti que a mulher estava realmente aborrecida com a minha brincadeira, cheguei perto e tentei suavizar. Ela esquivou-se dizendo: ––Não era somente a cortina que você queria ver? Você não veio aqui para isso, ver a cortina? E apontou para a cortina na parede. Segurei na cintura da Neguinha, olhei bem nos olhos da mulher, e disse que foi só uma brincadeira. Ela se desarmou um pouco. Mesmo assim tentou me evitar. Eu fui mais ligeiro e a ataquei num beijo, encostando a Neguinha na parede lateral do seu quarto, do lado direito para quem entra no quarto. Ela recebeu com muita delicadeza o meu beijo. Passei a me esfregar na mulher, para não perder tempo, do mesmo jeito que sempre fazia. Fiz questão de que a Neguinha sentisse meu pinto bem duro. Eu estava bastante excitado. Pelo horário que a Neguinha chegou, eu não poderia perder muito tempo. Logo seria a hora do marido chegar e, adeus minha festa com aquela deusa.

 

A Neguinha encostada na parede, até que tentou evitar minha empolgação, mas insisti com beijos intensos e sufocantes. Ela me empurrou com uma das mãos no peito para que saíssemos do beijo. Disse que estava sufocada e saiu em direção à cozinha. Pegou um copo de água com a sua respiração bastante ofegante. ––Você consegue me tirar do sério. Sorriu. Parou perto da mesa, depositou o copo e mais uma vez voltou para o quarto. Segui a mulher. Ela teimou fazendo aquela mesma reclamação, sobre eu ter mencionado a cortina quando cheguei, mas dessa vez em tom suave e cheia de dengos. ––Eu não acredito que você trocaria em olhar essa cortina, em vez de olhar sua preta. Começou a levantar o vestido devagar um pouco acima dos joelhos, surgindo um belo par de coxas. Continuou se insinuando, levantando agora o vestido bem acima da cintura, girando devagarinho em círculo e me mostrando toda a sua exuberância. Fiquei por segundos a observar aquela cena empolgante da mulher. Ela dava um giro de trezentos e sessenta graus, bem devagar, levantando o seu vestido, para me mostrar tudo aquilo, e depois parava. Dava mais outro giro bem lento e parava. Fez isso por três ou quatro vezes e, sempre resmungando sobre mim: ––É a cortina que você quer ver? Eu sentia as bolas pesadas do meu saco e doendo, de tanta emoção pelas cenas da mulher.

 

Enquanto ela girava em suas cenas picante para mim, fui tirando minha camiseta e a calça com toda rapidez. Fiquei nu em seu quarto, assistindo e olhando aquela incrível mulher, e imaginando em comer tudo aquilo. A Neguinha permanecia me instigando, levantando o vestido acima da cintura e rebolando aquela bunda. Notei que a calcinha era muito pequena para tanta bunda. Em tempos normais, quando encontrava a Neguinha na rua, quando ela voltava de levar a sua filha, a calcinha era dessas bem comportadas. Desde que eu comecei a fazer amor com a Neguinha, quando ainda morava na Joaquim Carlos, nunca a vi com esse tipo de calcinha tão pequena. Essa calcinha que usava, era bem pequena, sendo que na parte de trás era quase modelo fio dental. Sobrava bunda de todos os lados. Uma gostosura só de se ver. As duas polpas ficavam totalmente soltas, com tão pouco tecido. Aquela calcinha roxa não cobria quase nada na parte de trás da bunda. Em cada giro, quando a Neguinha virava de costas, mostrava aquela bunda apetitosa dentro da minúscula calcinha. Eu só via a Neguinha usar esse modelo de calcinha, quando nos encontrávamos em algum hotel. Acontecia até que uma vez ou outra, quando eu ia em sua casa e tínhamos mais tempo, pedia para que a Neguinha vestisse uma calcinha bem pequenina para eu apreciar toda sua exuberância. Mas para sair, confesso que nunca tinha visto ou percebido isso. Sempre a vi com suas calcinhas comportadas.

 

Desde que comecei a fazer amor com a Neguinha em sua casa, quando ainda morava na Joaquim Carlos (antiga Vila de Sobrados da Fábrica de Brinquedos Estrelas), ela nunca vestiu uma calcinha pequena assim. Mesmo depois que nós dois saímos do trabalho, quando íamos brincar de namorar, em uma ou outra varanda das casas desocupadas da Vila Maria Zélia (bairro da fábrica de Pneus Goodyear), muitas vezes eu toquei na Neguinha, e nunca a vi com uma calcinha assim pequena. Mas nesse dia, acabou de chegar da rua com uma minúscula calcinha e um vestido de passeio. Estranhei mesmo aquela calcinha. Nunca houve uma vez, em que fui à casa da Neguinha, que deixei de penetrar ou de fazer amor com ela. Mesmo quando cheguei na casa da Neguinha, e a sua filha era pequena e chorou muito com a minha presença. Mesmo nesse dia nós fizemos amor de pé ali na cozinha, com a Neguinha tendo a menina ao colo. Enquanto ela fazia a menina parar de chorar, eu levantei seu vestido, baixei e tirei a sua calcinha e penetrei sua boceta por detrás. Mas nesse dia em que ali estávamos em seu quarto, a Neguinha não permitiu que eu a penetrasse. Nunca aconteceu de eu ir visitar a Neguinha em sua casa, em que a mulher não me deixasse chupá-la fosse sobre a mesa, fosse em sua cama ou no sofá da sala. Mas nesse dia, eu não coloquei a boca na boceta quente da minha Neguinha. Também, nunca aconteceu, de a Neguinha me pedir que ejaculasse em sua boca. Já cheguei a fazer isso por acaso, duas ou três vezes, quando estávamos num sessenta e nove na cama do casal, e não consegui segurar a emoção. Mas nesse dia foi ela quem pediu. Nesse dia ela não queria que eu a penetrasse. Não queria que eu a chupasse, só me perguntou se eu queria me derramar em sua boca. Esse foi um momento bem estranho e diferente entre nós dois.

 

Naquele dia específico, confesso que fiquei bastante intrigado e com vontade de perguntar, mas era bom não perder a oportunidade que ela estava me dando, em ser chupado dentro do quarto do casal. Aquele era um momento especial meu e da Neguinha. Se eu fizesse qualquer comentário, certamente que iria criar uma irritação qualquer com minha Neguinha. Quem sabe algum dia poderia tocar nesse assunto. Estava ali o especial momento eu deveria mesmo aproveitar. A Neguinha deu um último giro naquela sua cessão de sensualidade e luxúria. Colocou uma das mãos espalmada na parede e com a outra, ficou segurando o vestido levantado, com a bunda bastante arrebitada para mim. Enfim, estava se oferecendo para os meus desejos. Como eu já tinha me despido, caí de joelhos e comecei a lamber a suas nádegas com volúpia. Puxei com força a calcinha na parte do cóccix, e fui enfiando minha língua no seu cuzinho. Ela gemeu e por segundos até arrebitou um pouco a bunda para mim dizendo: ––Menino atrevido, você não merece. Já começou a falar com sua voz meio pastosa: ––Você não merece a sua Neguinha. Preto, você não merece mesmo que eu me entregue a você. Só quer me comer quando está aqui em minha casa. E a Neguinha falava entre gemidos, sentindo a minha língua querendo invadir seu cuzinho. Logo, a Neguinha começou a empurrar minha cabeça para tentar me tirar dali. Parecia que meu rosto, minha boca e minha língua grudaram no rabão gostoso da minha preta e deusa especial. Eu estava preso pelo desejo.

 

Levantei-me por minha conta, virei a mulher, a beijei ao mesmo tempo que levantei seu vestido e coloquei o meu pinto no meio das suas pernas. A Neguinha me beijava com a respiração ofegante e arfante. Nesse mesmo clima que estava de empolgação, saiu do nosso incrível beijo e passou a resmungar: ––Você não quer saber de mim… Eu sei que você não quer nada comigo. No mesmo instante foi se abaixando, apoiando com uma das mãos em minha coxa. Ficou passando o seu rosto delicadamente no meu cacete, e continuou: ––Você não me quer… A Neguinha segurou de leve o meu pinto com uma das mãos, e foi fazendo carícias em seu rosto com meu cacete. Sempre resmungando, mas agora quase aos sussurros e imperceptível. Depois de fazer carícias no seu rosto com meu pinto, entrou na sessão de chupar meu caralho. Chupou pelo menos uns cinco minutos seguidos, sugando como se fosse tirar algo de dentro de mim. Chupava tão empolgada, como se tivesse uma mamadeira à boca. Eu gemia. A Neguinha gemia com o pinto dentro da sua boca e chupava. Era incrível o que acontecia comigo ali no quarto do casal. Quase sempre que eu estava fazendo amor com ela, parecia que não conseguia ouvir os sons lá de fora. Era uma sensação de que o mundo parava de girar, sempre que fazíamos amor no seu quarto.

 

Mais uma vez a Neguinha parou de chupar, colocou a língua para fora, e golpeou a sua língua algumas vezes com meu caralho. Olhou para mim com aqueles olhos negros instigantes, colocou a cabeça do meu pinto na boca e chupou bem forte e dolorido. Tirou o pinto da boca e, eu fiquei me masturbando e esfregando o cacete em seu rosto. Meu pinto que no início das suas chupadas estava com a cabeça de cor meio rosa clarinho, agora estava vermelhão. A Neguinha voltou na sua fase de resmungar, enquanto eu me masturbava esfregando o pinto no seu rosto: ––É só isso que você quer… Você não quer a sua preta… Você só quer mesmo poder fazer amor comigo aqui no meu quarto… Você só gosta mesmo de fazer amor comigo em minha casa… É isso que sempre quer… Voltou a colocar meu pinto na boca e, passou a me masturbar bem forte. Eu comecei a gemer alto. Tirei a mão da Neguinha, e passei eu mesmo a bater. Ela abria a boca e recebia o meu pinto, olhava-me cheia de tesão. A Neguinha tirou meu pinto da sua boca todo molhado de sua saliva quente, mas eu continuei na masturbação. Ela seguiu falando, apoiando meu pinto no seu pescoço: ––É só isso que você quer de mim… Fala? Pode falar… É só isso que você quer… Você só quer vir me comer na mesa da minha cozinha… Você só vem mesmo para me querer como sua mulher lá no sofá… Você só me quer para me usar todinha e depois ir embora. Eu me masturbava olhando para a Neguinha, enquanto ela apertava segurava meu pinto com o rosto e o pescoço. Ela suspirava ofegante. Ela falava quase ofegante, com sua voz cheia de dengos e emoções.

 

No ímpeto de toda empolgação, ela ali agachada se colocou rapidamente de joelhos. Com destreza tirou o vestido e jogou ao chão. Estava sem o sutiã. Os peitos livres mostraram aqueles bicos grandes e mais escuros que a cor da sua pele. Somente a rodela do ânus da Neguinha, que eram da mesma cor dos bicos maravilhosos dos seus seios. Depois de tirar o vestido e jogar para o lado, deu mais uma chupada forte e disse: ––Você não merece essa mulher… Você não merece a sua Neguinha… Eu sou sua mulher, preto. E voltou a chupar e lamber o pinto todo. Eu me masturbava, e a Neguinha chupava a cabeça do meu cacete, ia lambendo a base, chegava até nas bolas. Numa dessa de lamber as minhas bolas, chegou a lamber por alguns segundos o meu ânus. Voltou a chupar forte a cabeça do meu cacete, enquanto eu me masturbava agora mais forte. Já em delírio e no ápice do meu limite, eu dizia: ––Eu te amo, Neguinha! Eu te amo, minha mulher! Eu te quero para sempre, minha deusa preta. Você é deliciosa. A Neguinha chupava forte. Parou por alguns segundos e passou a falar: ––Você parece que quer se derramar em minha boca… Acho que você só vem aqui, porque quer que eu deixe você fazer isso. Você quer derramar em minha boca? Perguntava e acariciava meu pinto no seu rosto. ––Quer derramar todo esse tesão? Parou de falar, deixou a boca semiaberta, coloquei meu pinto e continuei a masturbação. Ela me olhava com aquele brilho intenso nos olhos. Ressoava ainda nos meus ouvidos, a última frase da Neguinha, quando me perguntou se queria derramar dentro da sua boca. Eu sabia que estava muito próximo do horário do marido chegar. Não havia muito tempo para nós dois naquele dia.

 

 

 

O silêncio do mundo lá fora, fazia com que eu ouvisse o som opaco do meu pinto batendo dentro da boca da Neguinha. Eu me masturbava com o pinto duro navegando em sua boca quente. O brilho daqueles olhos negros da mulher, enchiam-me de emoção. Enquanto eu apressava a batida do meu pinto, dentro da sua boca, logo pensei que poderia deixar ele explodir em seu rosto. Deixaria a Neguinha pensar que foi um erro de cálculo. Confesso mesmo que eu queria derramar e jorrar tudo em seu rosto. Sempre quis isso… Queria delimitar que aquilo tudo me pertencia. Mesmo estando em sua casa, a mulher me pertencia. Apressei cada vez mais a masturbação. A Neguinha abria bem mais aquela boca grande e a saliva começou a escorrer pelos vãos dos seus seios. Tudo aquilo puro tesão. Não ia deixar a neguinha perceber quando eu fosse gozar. Só me masturbava e delirava dizendo: ––Eu te amo! ––Eu te amo! ––Eu te amo! E fui repetindo em delírio. No instante que ela fechou os olhos, e para dar mais pressão ao jato, segurei bem forte a base do meu pinto que já ia explodir. Agindo como se não fosse intencional de minha parte, deixei o meu pau escapar de leve de dentro da boca da Neguinha, que de imediato explodiu num jato potente. O primeiro jato líquido e espesso se derramou sobre o olho esquerdo da Neguinha, vindo escorrendo entre o nariz e os lábios. A Neguinha sorriu com um dos olhos fechados. Colocou meu pinto na boca e terminou de sorver o resto. Lambeu com toda a delicadeza o meu pinto, deixando-o bem limpinho. Foi algo assim, tão incomparável, maravilhoso e incrível de se ver.

 

Ajudei a Neguinha a se levantar, estendendo-lhe a minha mão. A mulher estava com um dos olhos fechados e todo melecado do meu sêmen derramado. Fui levando a Neguinha até o banheiro. Eu abri a proteção de plástico do local de banho, já que nessa primeira casa que compraram o banheiro não tinha box. A Neguinha esticou o braço e abriu o chuveiro, deixando a águia jorrar por segundos. Antes de entrar na área do chuveiro, olhou para mim e ficou lambendo restos do sêmen que estavam escorrendo nos lábios. Em seguida lavou o rosto e depois lavou as partes íntimas. A Neguinha se ofereceu para lavar o meu pinto, que ainda estava rígido. Parei bem perto da mulher, que fez a higienização do meu cacete com o seu jeito bastante delicado. Mostrou-me onde estava a toalha. Eu me enxuguei, e saindo do banheiro disse que iria pegar a minha roupa. Fui saindo e olhando aquele belo corpo de mulher a se banhar debaixo do chuveiro.

 

Eu ainda estava terminando de me trocar, quando a Neguinha entrou no quarto toda sorridente. Eu disse para a Neguinha que iríamos dar um tempo, depois eu terminaria para ela gozar também. Eu disse que achava injusto ter recebido tanta coisa boa, e ela não gozar. A Neguinha disse que não precisava. A Neguinha disse que naquele dia estava bastante satisfeita, e que fizemos tudo bem gostoso. Confesso que estranhei, da mesma maneira que estranhei a calcinha pequena, quando a Neguinha chegou da rua. Nunca saí dessa casa, sem fazer a Neguinha gozar. Estranhei, mas não questionei por que já era mais de dezesseis horas e, a qualquer momento o marido da Neguinha poderia chegar. Beijei a Neguinha no quarto, que estava se trocando e fui colocar o meu tênis lá na cozinha. A Neguinha veio, me ofereceu um café, mas eu recusei por conta do horário. Nos beijamos bem próximo da divisa da saída da cozinha e o corredor. O pênis já ameaçou endurecer, diante do beijo maravilhoso que a mulher me deu antes de sair. Essa mulher era impressionante. Perguntei se ela não queria mesmo terminar. Perguntei se não queria que eu a fizesse gozar bem rápido. Ela simplesmente disse para deixarmos para outro dia. Hoje foi um dia diferente e mais que especial. Fui embora, andando pelas ruas do bairro da Neguinha, como se pisasse em nuvens. Fiquei lembrando daquele momento espetacular, que deixei meu pinto explodir e gozar no rosto da mulher. Acho que a nossa história tem momentos realmente memoráveis. Mas fiquei em dúvida porque a Neguinha saiu de casa naquele dia, vestida dentro de uma calcinha tão pequena. Eu conhecia a rotina da mulher, e sabia que não usava essa calcinha normalmente. Até fiquei sem saber, porque naquele dia não quis que eu a fizesse gozar. Ela era uma mulher que nunca dispensava uma boa gozada. Fiquei intrigado.

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