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Um acontecimento especial

em Contos eróticos com fotos

UM ACONTECIMENTO ESPECIAL…
QUANDO ELE FOI LEVAR A SOGRA EM JUNDIAÍ.
Autoria: Val Theo

Imaginem vocês, que as coisas entre nós aconteciam muitas vezes por mera casualidade ou intervenção do destino. Confesso, que sobre aquele dia, lembro-me muito bem, assim como se fosse hoje. Praticamente impossível de esquecer. Era um tempo em que além da mãe da Neguinha estar morando com eles na Edícula, o marido estava desempregado por algum tempo. A Neguinha não podia fugir para os nossos encontros especiais e, da mesma forma, não tinha nem mesmo jeito de eu ir vê-la no portão, mesmo porque, a Neguinha não queria correr o risco de que sua mãe pudesse me ver por lá.

Aquele dia parecia ser, um dia como outro qualquer. Cheguei de viagem e não havia ninguém na minha casa. Entrei no banheiro e tomei um banho para me restaurar da viagem cansativa. Depois fui ao quarto, deixei a mala sem desfazer em cima da cama e coloquei uma calça jeans clara, de tecido mais fino e uma camiseta modelo polo bem nova. Estava ligando a TV quando o telefone tocou. Era a Neguinha do outro lado da linha. Perguntou-me como eu estava e se tinha esquecido dos velhos amigos. Com aquela doce voz de recriminação. Eu conhecia muito bem aquela voz da mulher… Eu disse que tive muito trabalho naquele mês, mas estava com tempo naquele momento. ––Posso ir aí te ver? Logo forcei a barra, para não perder aquela chance. Falei e fiquei ansioso por uma resposta positiva. Ela lá do outro lado do aparelho falou que eu prometia e não cumpria. ––Estou cansada de você prometer que vem e não vem… Começou a se fazer de dramática e, eu sabia que era brincadeira. Falou assim cheia de dengos e sorrisos. Imaginei que o marido havia saído ali por perto e resolveu aproveitar aquele momento para falar comigo. Afinal, já fazia algum tempo que não conseguíamos nos falar, por conta do marido em casa.

Eu estava naquele momento sem fazer nada e tinha que forçar a situação, quem sabe daria algum resultado. Para não perder a deixa, logo emendei dizendo para a Neguinha, que estava indo lá fazer-lhe uma visita. Não iria demorar nem meia hora para chegar. ––Pode me esperar. Eu disse e desliguei o telefone. Fiquei esperando alguns minutos olhando para o telefone, para ver se ele retornava. Como não retornou de pronto, certamente o caminho em sua casa estava livre. Logo eu me enchi de pressa e empolgação. Peguei minha mala de viagem e escondi debaixo da laje, para que ninguém soubesse que eu havia chegado em casa. Peguei o cartão de visitas, liguei para um serviço de Rádio Taxi que eu conhecia. Quando o taxi estacionou no meu portão, saí apressadamente sem que qualquer vizinho me visse. Fui correndo para ver a e visitar a minha Neguinha. Faltavam alguns minutos paras as quinze horas quando desci do taxi, naquela praça grande, abaixo da casa da Neguinha.

Confesso que quando cheguei na casa da Neguinha, parecia que ela estava no cio. Parecia uma potranca bagual, dessas que estavam presas na abstinência, sem poder atacar e saciar os seus mais loucos desejos. Foi assim que a encontrei em sua casa naquele dia. Foi o melhor de todos os grandes dias. Quando cheguei, a Neguinha estava lavando a garagem de sua casa e vestia um short pequeno, apertadinho, estampado com algumas poucas flores de colorido discreto. Quando me viu mostrou-se toda feliz. Deu um daqueles sorrisos que eu mais apreciava nela. Desligou a torneira e foi pegar a chave para abrir o portão. Voltou com a chave na mão, mas antes de abrir enrolou rapidamente a mangueira e jogou-a em um canto. Foi logo dizendo: —Nossa meu menino, quanto tempo! Esqueceu da sua neguinha? Foi falando baixinho e sorridente entre dentes, enquanto abria o portão para mim, e observava se algum vizinho estava na rua. Estava tudo calmo como sempre. Ela sempre fazia questão de observar como estava o movimento em sua rua quando abria o portão para eu entrar. Beijei-a educadamente no rosto e entramos.

Já na cozinha, começou a me pegar daquele jeito que eu adorava. Começou a me beijar com abraços bastante apertado. Como ela tomou a iniciativa, dava para se perceber que não havia ninguém em sua casa. Naquele momento era somente eu e a Neguinha em sua casa. Eram beijos cheios de saudades. Eram apertos e amassos ardentes, que faziam parte dos nossos encontros ali. Nós dois apalpávamos em todas as partes do corpo, como a reconhecer o território. Era aquela a boca mais impressionante e mais gostosa de beijar, apesar do hálito de cigarro. Mas era um beijo de deixar qualquer um em brasa e pronto para explodir em emoção. Era tudo recheado com sabor de saudade.

Cada encontro nosso depois de algum tempo sem nos vermos, era um verdadeiro turbilhão de emoções. Eu beijava, apertava a Neguinha, tentava enfiar minhas mãos dentro do short, mas às vezes ficava meio preocupado. Continuava beijando e sendo beijado, e logo dei por perguntar: ––Não tem ninguém em casa, nem a sua mãe? Não me respondeu de pronto. Depois me empurrou com leveza e, falou que não me queria mais, porque eu ficava muito tempo sem procurá-la. Aquilo não era justo. A Neguinha foi se afastando de mim, fazendo aqueles dengos e fingindo que iria chorar. Ficou assim meio emburrada, fazendo beicinho e eu tentando pegá-la, tentando tocá-la. Ela entrou na suíte do casal e, eu fui seguindo, fui chegando, fui entrando e caminhando atrás da Neguinha, rindo do jeitinho dengoso que ela estava fazendo. O quarto que era bem amplo e estava com tudo bem arrumadinho. Ela ameaçou de abrir o chuveiro, mas desistiu e voltou continuando a me fazer os seus doces dengos de menina brava e com beicinhos. Eu ficava rindo, chamando-a com os meus braços abertos. Eu ficava olhando para aquele mulherão, que brincava de ser menina para os meus olhos. A Neguinha se iluminava de um jeito diferente diante de mim. Parecia que os olhos ficavam mais vivos e a sua estatura bem maior do que era. Quando eu estava ao lado dela, seu corpo parecia uma escultura das mais emocionantes para mim.

Na entrada do banheiro da suíte, ela parou e me olhou por segundos. ––Por que você demora tanto em vir me ver? Eu não dei respostas. A Neguinha sabia que eu não podia ligar por motivos óbvios. Em seguida a Neguinha sentou-se no chão, que era de carpete cor de caramelo, quase na tonalidade de um marrom bem claro. Eu me sentei bem na beirada da cama e fiquei olhando a Neguinha ali largada no chão. Sentada no chão de carpete, a mulher foi chegando perto de mim e começou a tirar o meu tênis e as minhas meias. Depois se deitou no chão ao lado da cama onde eu estava sentado. Eu fiquei passando os meus pés sutilmente no corpo dela, passava pelas pernas, pela barriga, passava pelo colo e já notava aquela fera quase dominada. A mulher já estava quase no ponto de se tornar minha presa. Ela mais uma vez fez aquela carinha cheia de dengos. Falei que eu ficava louco para beijá-la todinha, quando fazia aquele jeitinho de menina dengosa. Ela me disse de pronto, para eu não passar vontade. Saí da cama onde eu estava sentado, me ajoelhei no chão e comecei a tocar no sexo dela por cima do shortinho. Todo o clima já estava quente e no ponto para a minha ferinha ser provada e deliciada por mim. Através de minhas mãos abusadas, eu pude sentir que a minha Neguinha estava minando e vazando muita emoção. Quando ameacei de tirar o seu shortinho ela levantou-se, pegou em minhas mãos e voltamos para cozinha.

A Neguinha era uma mulher graúda, assim do tipo mulherão. Um corpo grande, ossos grandes, de ancas largas, pernas e joelhos bem feitos e de carne bem durinha e consistente. Os seios da mulher eu não posso deixar de mencionar, porque toda vez que eu tirava a sua roupa para fazer amor, ficava encantado com seus peitos bem durinhos. Sempre tinha vontade de perguntar se ele não usava aqueles mamilos maravilhosos. Mas para não criar um clima ruim, eu preferia olhar e me apetecer com aquela iguaria especial. Tudo nela estava no lugar, para uma mulher de sua idade. Confesso que adorava tocar em todas as partes do corpo daquela mulher, que se entregava a mim com todo amor.

Parei ao lado da mesa da cozinha, que possuía uma base tipo mármore ou granito. Era uma mesa moderna e quadrada. Nunca consegui ao certo definir o que era uma coisa ou a outra. Tirei o seu shortinho que era até pequeno e meio apertadinho para os padrões da Neguinha. Deixei a mulher apenas com a sua camiseta que estava amarrada com alguns nós bem acima da cintura. Ela estava charmosíssima com aquele short e camiseta amarrada, como a encontrei naquela tarde em sua casa. Beijei os lábios da mulher, depois pedi que se encostasse na parede. Aquela era a parede de sempre, que sabia de cor de todas as nossas histórias vividas nas quatro paredes da cozinha. Para quem vinha de fora, assim que entrava na cozinha, essa parede ficava do lado direito e a mesa ao centro. Olhando ao fundo da cozinha do lado esquerdo a porta da suíte e do lado direito a entrada para o corredor que dava para a sala. Quase sempre quando eu ia visitar minha Neguinha, era naquela parede os nossos primeiros beijos, nossas primeiras emoções e primeiras ações para descarregar os nossos desejos. Sempre havia um momento ali e muitas vezes era ali mesmo, encostados naquela parede, que começávamos a fazer amor.

Puxei uma cadeira para perto de nós, a Neguinha encostada na parede, logo colocou um dos seus pés na cadeira. Eu me agachei e entrei com a cabeça no meio das pernas dela. Fiquei ali por alguns segundos deslumbrado, olhando e apreciando aquela boceta grande, com tudo escorrendo bem vagarosamente. A Neguinha estava totalmente lubrificada e pronta para ser penetrada por mim. Abri a minha boca como se fosse engolir algo ou uma fruta saborosa e comecei a lamber a minha preta com muita força. Nós dois gemíamos juntos, fazíamos questão de fazer barulho. Eu lambia a Neguinha e o som do meu gemido, e por vezes era sufocado por aquele bucetão cremoso, grande e avantajado dentro da minha boca. Eu só ouvia a Neguinha dizer: —Você é louco meu preto! Você me deixa alucinada, meu preto! Lembrei-me agora nesse momento, de uma pessoa que trabalhou na mesma empresa que eu e a Neguinha, que chegou a ser namorado da Neguinha por algum tempo, e havia dito que a Neguinha não era muito boa de cama. Sempre que eu fazia amor com a Neguinha lá na casa dela, com todo esse desejo e loucura que ela se entregava a mim, eu me lembrava desse comentário do Fernando (era esse o nome dele). Sinceramente eu não conseguia acreditar, que alguém pudesse fazer uma afirmação desse tipo sobre a Neguinha. Se havia alguém que tinha o domínio sobre um homem na cama, aquela era a mulher mais que perfeita nesse quesito. Não sei se é porque nós tínhamos uma química diferente ou o Fernando não gostava muito da fruta. Depois de fazer amor com a Neguinha em sua casa, eu saída de lá pisando em nuvens e, como se fosse outra pessoa. Não sei dizer se a minha Neguinha fazia amor melhor que qualquer outra mulher, ou se simplesmente ela fazia o amor que me realizava por completo. Cheguei a escrever para ela certa vez, que para mim ela era a personificação do amor. Se o amor pudesse ser representado fisicamente, a Neguinha era essa representação.

Aquele foi o dia que ela permitiu que a chupasse por mais tempo. Chupei tanto a Neguinha naquela posição, que minha língua quase que se feriu. Quase que fiquei com cãibra na língua. Depois me levantei, ela ficou encostada na parede com a respiração sôfrega, enquanto olhava eu tirar as minhas calças e colocar na mesa. Tirei a camiseta e fiquei totalmente nu. A Neguinha somente com sua respiração arfante nada dizia. Cheguei bem pertinho da mulher, ajeitei e aportei meu pau na porta daquela maravilha. Ela calmamente curvou as ancas para frente para facilitar minha entrada em seu universo. Fui enterrando-o bem devagar e olhando ela com os olhos fechados sentindo a emoção. Quando ele estava todinho lá dentro, ela abriu os olhos, curvou a cabeça e começou a chupar os meus mamilos. Chupava forte e dolorido. Comecei a balançar e enterrar bem fundo naquele poço de emoções e desejos. Ela levantou a cabeça delirando, gemendo de mansinho e bem gostoso, aumentando ainda mais a minha excitação. Pediu para que eu parasse por um momento. Deu-me um beijo bem gostoso e depois me pediu que voltássemos para a suíte. Normalmente, dali da parede da cozinha nós íamos para o sofá da sala. Mas dessa vez ela mudou, e seguimos para o quarto do casal.

Enquanto caminhávamos até a suíte do casal, parecia que a Neguinha caminhava em câmera lenta em minha frente. Eu olhava aquela bunda grande balançando diante dos meus olhos. Estava indo para um cenário mágico, onde viveria grandes emoções com a mulher. Chegando no quarto ela tirou a camiseta e atirou para qualquer lado. A Neguinha se deitou de costas na cama e começou a levantar a bunda, deixando-a um pouquinho arrebitada para cima. Eu subi na cama, agachei-me sobre a mulher, e entrei dentro daquele bocetão molhadinho e aberto assim por detrás. Quando ele entrou todo, a Neguinha abaixou o corpo e se deixou ficar estirada na cama. Continuei enterrando e penetrando bem forte, dando estocadas que balançava toda a carne daquela bunda. Ela pedia que enterrasse e apertasse tudo bem dentro dela. Eu obedecia e segurava para não gozar antes da hora. Não podia estragar a magia do nosso dia juntos. Estava difícil, mas eu segurava bravamente. Fiquei sobre a mulher agachado e enterrando vigorosamente, observando a deliciosa mulher abraçando forte o colchão da cama. Os gemidos da Neguinha eram bem controlados. Eu penetrava e ao mesmo tempo olhava para aquele corpo lindo.

Lembrei-me repentinamente mais uma vez, que fui o primeiro a fazer amor com a Neguinha naquela suíte, quando ainda não tinha móveis. Alheio à minha situação de intruso, eu enterrava fundo. Logo a Neguinha resolveu se virar de frente, abriu com as duas mãos aquele grelo que se mostrava vermelho e úmido por dentro e me pediu quase que em apelo que eu chupasse. Fizemos um meia nove surpreendente, daqueles de sair faísca. Sinceramente, só não gozamos os dois juntos ali, porque mesmo no ápice da empolgação, soubemos segurar muito toda aquela emoção. Estávamos em pura brasa. Depois de chupar se ser bastante chupado, mais uma vez mudamos de posição. Ela me empurrou, me colocou deitado na cama, abriu as minhas pernas, entrou no meio e veio tal qual uma gata a engolir o meu membro. Puxei desordenadamente alguns travesseiros, para ficar com a cabeça levantada olhando a Neguinha me chupar. Eu olhava a mulher e ao mesmo tempo em direção da porta. Mas com aquela coisa de muito tempo visitando a Neguinha em sua casa, acho tinha perdido o medo. Isso que poderia ser um risco. Ela ia me chupando, colocando meu pau dentro da sua boca e tirando por várias vezes seguidas, depois ficava me olhando com aqueles olhos negros, grandes e brilhantes. Chupou até deixar o meu membro lambuzado com sua doce saliva que até escorria. Alguns minutos depois, veio calmamente, deitou-se do meu lado, suplicando-me que a fizesse gozar, mas disse que eu não poderia gozar dentro porque não havia tomado remédio. Nós tínhamos esse problema do seu marido ter feito uma vasectomia e, quando marcávamos de nos ver ele tomava injeção antes.

Fui para cima da Neguinha bem calmamente. A mulher já havia se colocado de pernas abertas suplicando pela presença do meu membro ali dentro. Entrei apoiando meu corpo sobre ela com meus cotovelos na cama. Sem qualquer cerimônia fui rasgando todas as barreiras e penetrando no seu mundo. Ela me ajeitou e me colocou em cima dela do jeito que mais gostava. Uma perna minha para o lado de fora do corpo dela e a outra no meio das pernas. Disse-me ela, que assim sentiria o meu pau entrando ainda mais fundo. Comecei a penetrar e dar aquelas enterradas, que os músculos da minha bunda ficavam todos retesados. Ela ajuda com as duas mãos, apertando as polpas da minha bunda. Eu sentia o meu membro chegando e penetrando na esquina da alma daquela mulher, que se extasiava e se deixava entregar a todo desejo.

A Neguinha se entregou de forma plena e gozou maravilhosamente como gente grande. Eu tive que juntar todas as forças possíveis para não gozar dentro da mulher. Ela urrou como uma grande felina, como uma leoa após abater a sua presa. Deu uma verdadeira aula de emoção durante a feitura do amor. Fazer amor com aquela mulher em sua casa, era receber do universo todas as sensações inimagináveis e possíveis em alguns poucos minutos. Tudo nesse instante parecia durar uma eternidade. Ela conseguia fazer com que a vida mudasse todas as suas tonalidades de sons e cores naqueles momentos sublimes de muita emoção e amor. Eu estava realmente amando aquela mulher de uma maneira que nunca pensei que fosse possível. Ela caiu de lado no outro travesseiro mais próximo da porta do banheiro da suíte, olhando-me com aquela carinha da sapeca. Perguntou meio desconfiada se eu havia gozado dentro dela. Eu confirmei que não. ––Você não me disse, que não era para gozar dentro de você? Ela sorriu debochadamente, deitada ao meu lado. Fazendo os seus dengos disse: ––Eu fui, viajei, saí do meu mundo, bela, plena e feliz. Ha! Ha! Ha! Ha! Voltou a gargalhar, mas já me olhando com cara de piedade. Esticando o braço, segurou o meu pinto e perguntou se queria que ela terminasse para mim. ––Você quer que eu termine? Foi falando e já me tocando de leve e me masturbando. Sussurrando com aquela voz grave, quase rouca e aveludada, foi repetindo e ao mesmo tempo batendo. ––Você quer que eu termine? Em seguida soltou meu pau, ficou sentada na cama ao meu lado. Começou a passar a mão na minha barriga, olhando daquele jeito toda cheia de brilho para o meu pênis. Curvou o seu corpo e deu algumas lambidas na glande. Repentinamente começou a chupar e bater. Eu sentia o meu corpo tremer da ponta dos pés à cabeça. Ela batia e chupava. Atacou com suas mãos em movimentos lentos, depois começou a chupar forte e bater mais rápido. Eu sentia o meu corpo todo fervente, em brasa, a cada chupada da boca quente da Neguinha. Era impossível controlar o ataque daquela boca, até que eu soltei um grito forte e prolongado: ––Ahhhhhhnnnnnnnnnn! Ela tirou o meu pinto da sua boca, deixando o sêmen que explodiu, escorrer pela base do meu pau e espalhando nos meus pelos púbicos. Ela sorriu novamente, com aquele seu olhar leviano e todo cheio de malícia. Ficou a me olhar, limpando com as costas de uma das mãos, parte do sêmen que respingou em sua boca e queixo. Eu fiquei por momentos imóvel, observando a minha deusa negra se levantar da cama. Parecia uma grande escultura que ganhava vida ao descer da cama. Apesar da idade, ela mantinha o corpo de uma menina.

Assim que desceu da cama, a Neguinha estendeu a mão e convidou-me para que fôssemos ao banheiro da suíte. Entramos juntos dentro do box. Ela tomava banho e ao mesmo tempo, ia lavando algumas partes do meu corpo. Lavou bem o meu pinto, além da parte dos pelos púbicos onde o sêmen havia grudado. Assim que terminamos, nós saímos, ela pediu que me sentasse na beirada da cama. Ela me enxugou, curvou a cabeça e colocou o meu pênis na boca, que já começava a amolecer. Deu aquele sorriso olhando para mim, depois começou a se enxugar. Abaixei-me, peguei as nossas roupas que estavam no chão e comecei a me vesti. Olhei no meu relógio e passavam vinte minutos das 16 horas. ––Está quase na hora dele chegar. Falei, já me aproximando da Neguinha e beijando o seu pescoço e partes do rosto. ––Não se preocupe, hoje ele deverá até chegar bem tarde. Foi levar a minha mãe para Jundiaí e, quando isso acontece costuma chegar bem tarde da noite. A menina sai da escola 18:15 horas e o Roni só depois das dezenove horas. Dá tempo de tomarmos o nosso cafezinho especial de sempre. Ela pegou um vestido meio azulado no armário, colocou uma calcinha clara e fomos para a cozinha.

Era sempre assim, depois que fazíamos amor e a adrenalina baixava, eu ficava desesperado para ir embora, mesmo ela tendo dito que ele chegaria tarde. Tomamos café, ela sentada à mesa perto do fogão, e eu sentado na cadeira encostado na parede, onde poucos minutos atrás estávamos eu e a Neguinha nos atracando. Ela acendeu dois cigarros como sempre. Deixou o dela no cinzeiro e trouxe o outro para mim. Antes de me entregar o cigarro, sentou-se em meu colo e esfregou seu corpo bem forte em mim. Levantou-se e voltou para o seu lugar e, ficou fumando e me olhando com cara de pecado. Eu queria terminar rapidamente o meu cigarro para ir embora. Ela foi até o fogão, pegou mais um golinho de café, e perguntou se eu queria. Recusei. Ela tomou, deixou o copo na pia, chegou perto de mim e tirou o cigarro da minha mão e colocou no cinzeiro. Sentou-se de frente no meu colo e passou a me beijar esfregando-se. Depois de alguns tantos beijos e esfregadas fortes, eu estava em ponto de bala. Ela saiu do meu colo, tirou a calcinha, colocou sobre a mesa. Ajoelhou-se, abriu a minha calça, libertou o meu passarinho. Fiquei de pé, tirei a calça toda para não atrapalhar, pedi para ela colocar o pé na cadeira. Não demorou muito, eu gozei deixando derramar na parede e no chão da cozinha. Fui para o banheiro principal da casa, limpei-me com papel higiênico, dei um beijo rápido na Neguinha e falei que iria embora. Ela colocou a calcinha, deu-me mais um beijo daqueles, antes de sairmos da cozinha. Ainda do lado de dentro, antes de abrir o portão, ela me falou que eu fazia amor melhor que ele. Foi essa a primeira vez, que a Neguinha teve coragem de dizer isso.

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