website statistics
Contos Eroticos ,fotos caseiras e o melhor do sexo amador

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET

em Contos eróticos com fotos

O MARIDO FOI FAZER CAMINHADA NO CERET
Autoria: Val Theodoro

Devo confessar que as minhas idas na casa da Neguinha estavam cada vez difíceis. O marido havia saído do último emprego que estava trabalhando no Ipiranga na sua profissão de pantógrafo. Estava também em fase dos preparos da documentação para a aposentadoria e, estando em casa tudo ficava mais difícil. Além disso, essa coisa da Neguinha sempre viver escondendo o celular acabou dando problemas. Quando a mulher estava em casa, costumava deixar o celular escondido ou desligado, isso deixou o seu marido muito cheio de desconfianças. Por esse motivo a mulher estava evitando um pouco de fugirmos para algum hotel no final da tarde, quando ela saía do emprego. Quem saiu perdendo foi eu, porque fui jogado de lado. Eu tinha que viver de encontrá-la assim forçando a barra na saída do seu serviço. Era dos poucos momentos, quando parávamos em alguma rua escura para tentarmos alguns beijos. Nossa vida estava desse jeito, além termos que evitar nossas fugas. Era o período em que a mãe da Neguinha já havia falecido. O filho mais velho também não estava mais em sua casa o filho. O rapaz se ajeitou com uma corretora de imóveis e, estavam morando juntos. Só restava em sua casa a filha, que planejava se casar em 2015. Mas de que adiantava agora a tranquilidade daquela sua casa, se em breve o marido estaria aposentado, e eu não poderia mais investir em estar com minha espetacular Neguinha, como aconteceu em muitas manhãs em sua casa. Aquela era uma cena que breve iria se acabar de uma vez por todas entre nós.

Entretanto, nunca poderia deixar de levar em consideração alguns comentários, que vez ou outra a Neguinha fazia quando estávamos juntos. Na semana anterior ao acontecido em sua casa, quando fui abordá-la na porta do seu trabalha, ela me convidou para um café. Claro que já foi logo dizendo que teria que ser rápido, porque tinha compromisso em sua casa com alguns amigos. Entre um gole e outro de café e conversas, a Neguinha fez um comentário bastante pertinente, que parecia meio sem querer ou querendo. Aliás, eu acredito que esses comentários que a mulher fazia, eram sempre para me dar algum tipo de dica. Eu sempre percebia que ela fazia comentário, para que ficasse sabendo de alguma ação que ela iria fazer. Foi nesse café numa padaria ao lado do metrô Belém, que ela me disse que na terça-feira da semana seguinte, ela iria tirar uma abonada. Comentou que tinha algumas coisas para fazer em casa e estava sem tempo. Nesse dia, durante o nosso café rápido, ela também comentou, que o marido continuava saindo às oito em ponto para fazer as suas caminhadas. A Neguinha já havia mencionado certa vez, que o marido fazia caminhadas de manhã no CERET. Falou-me que quando ela estava em casa e aos sábados, ele ia sempre às oito horas da manhã. Nunca falhava, disse a mulher. Nos outros dias, o marido a levava até o metrô para ir trabalhar, e depois ele ia para o CERET. Logo que ela me segredou isso, já comecei a matutar e pensar ligeiro… Eu precisava arrumar um jeito de ir vê-la em sua casa na próxima semana. Mesmo com riscos da presença do marido pelas redondezas eu deveria tentar.

Chegou enfim a maravilhosa terça-feira dos meus sonhos. Mesmo o marido da mulher estando em casa e quase aposentado, eu tinha que arriscar em ver minha Neguinha. Afinal, fazia algum tempo que eu não tinha a mulher em meus braços em sua casa. Com todos os riscos e com o coração palpitante na boca, eu saí de casa como se fosse para o trabalho. Era meados da primavera, em que a temperatura estava bastante gostosa e amena pela manhã. Parecia até que era início de verão. Fiz o caminho indo pela lotação do metrô que era mais rápido. Cheguei nas imediações da casa da Neguinha por volta de sete e quarenta da manhã. Eu tinha que ficar em algum lugar, que se o marido da Neguinha passasse de carro, ele não pudesse me ver. Entrei na conveniência do posto, tomei um café com bastante calma. Quando vi no celular que passavam de quinze minutos das oito horas. Eu desci a rua principal da padaria, que era a mesma do posto de gasolina. Gostava sempre de ir por baixo, por serem ruas bem menos movimentadas. Assim que atingi a rua em que morava a Neguinha, eu me enchi de alegria. Parecia até que meu corpo sorriu por dentro. Logo pude ver que não tinha carro na garagem, e a rua estava totalmente fazia naquele horário. Quando parei diante do portão, antes de tocar a campainha, olhei no celular que era quase quinze para as nove da manhã. Olhei de um lado para o outro e toquei a campainha com dois toques fortes. Fiquei esperando alguns minutos. Eu sabia que a Neguinha gostava de dormir até tarde, principalmente quando tirava abonada. Demorado alguns minutos, que pareciam uma eternidade, toquei novamente segurando o interruptor por alguns segundos. Diante da minha insistência, observei a silhueta da mulher pelo vidro que separava a garagem do corredor. Tinha toda certeza do mundo que era ela. Eu conhecia muito bem aquele andar. Eu não sabia se seria bem recebido pela minha Neguinha, mas fui visitá-la cheio de desejos.

Logo que ela abriu a porta divisória da garagem e corredor, ao me reconhecer, sorriu educadamente. Voltou, pegou a chave do cadeado que prendia a corrente. Ainda não era portão automático. Retornou em passos mais ligeiros, abriu o portão olhando para a rua com semblante bem sério. Meio que resmungando, entre dentes, foi fechando o portão e ao mesmo tempo dizendo, que já tinha me falado que não era para eu ir lá na casa dela de manhã. Não falei nada. Passamos pela porta divisória, ela fechou e foi logo me dizendo que ele estava por perto. Falou o nome do marido, dizendo que ele tinha ido apenas fazer caminhada. ––Já te falei que não quero correr riscos. Mas como falou com voz mansa e suave, não senti a mulher raivosa. Eu não respondia nada, apenas seguia a mulher pensando em poder roubar apenas um beijo. Mesmo que fosse para um único beijo, valeria muito o risco de estar ali diante da deusa e mulher.

Entramos na cozinha e eu fiquei parado perto da parede de sempre. Aquela parede do lado direito, assim que se entra pela porta da cozinha. Ela reiterou sobre o risco de seu marido estar nas redondezas. Colocou a chave no local de sempre e, deu-me um olhar disfarçado. Até fingi que não percebi. Logo chegou bem perto de mim falando calmamente, disse que era melhor evitar, porque ela não era forte e não conseguia resistir. Abraçou-me e me ofereceu os seus lábios. Eu aprendi com o tempo, que em sua casa eu deveria esperar que a iniciativa fosse dela. Não poderia deixar patente que se tratava de invasão de privacidade. Primeiro tinha que deixar que a mulher partisse para o ataque. Depois disso, eu poderia partir para o ataque. Assim eu fiz, logo depois que ele me ofereceu os seus lábios e um abraço apertado. A Neguinha ficou encostada na parede, enquanto nos beijávamos com loucura. ¬––Precisamos dar um jeito nisso. Não dá para ficar assim. Ela falou com a voz embargada e cheia de ternura. Ali nos esfregamos encostados na parede. Logo nos tocamos de várias maneiras. Matamos toda a saudade que havia dos beijos e dos abraços, que sempre podíamos dar quando nos encontrávamos em sua casa. Quando eu lembrava que ele estava por perto e, que poderia não dar tempo de fazer nada, me dava calafrios. Mas ali no local das nossas preliminares de sempre, aproveitei o quanto foi possível.

A Neguinha vestia um tipo de pijama com tecido mole, não muito grosso. Como não sou especialista em tecido, não sei precisar o nome. Só sei que segurei bem forte nas polpas da mulher enquanto beijava. Assim de primeira, senti que não vestia nada por debaixo do pijama. Se o pinto já estava duro, foi se empolgando ainda mais. Parei de beijar e fiquei esfregando a parte dos meus quadris na mulher, para que ela sentisse a rigidez do membro. Segurei discretamente com as duas mãos na lateral da calça do pijama da Neguinha e fui abaixando e, ao mesmo tempo fui ficando de joelhos diante dela. Quando a calça estava na metade das coxas, já pude ver aquela maravilha. Não estava depilada como em muitas vezes, estava peludinha e pronta para mim. Ela levantou um dos pés para que eu retirasse a sua calça. Joguei ali mesmo no chão e caí de boca, lambendo as virilhas e os cabelos da boceta da Neguinha. Ela como sempre, segurou minha cabeça, dizendo que eu era maluco. Era uma cena que se repetia sempre que eu fazia amor com a Neguinha em sua casa. Sempre comentava que eu era louco. Na verdade, a loucura era nossa.

Enquanto eu lambia o sexo da mulher, com uma das mãos eu fui desabotoando o cinto e abrindo o zíper da minha calça. Quando me levantei, depois de algumas tantas chupadas, levantei-me com o cacete no meio das pernas da Neguinha. Ela sorriu delicadamente, e prendeu meu pau entre as suas coxas. Nos beijamos novamente por poucos segundos. Passei a desabotoar a blusa do seu pijama. Quando soltei o último botão, vi aquelas duas maravilhas soltas ali dentro. Caí de boca em um deles, segurando bem forte. O meu pênis agora estava na mão da Neguinha, que acariciava-o segurando na base. Assim que parei de chupar um dos seios da Neguinha, ela começou a tirar a minha camiseta. Jogou ao lado da calça do seu pijama, agachou-se apoiando em minha cintura e foi tirando a minha calça e a cueca ao mesmo tempo. Ajudei para que não houvesse demora. Ali mesmo ela se ajoelhou sobre a minha calça, deu uma limpadinha na ponta da cabeça do meu pau que estava molhadinha. Olhou com certa emoção para mim, depois colocou meu pinto em sua boca. Fechou os olhos e chupou. Ficou chupando com seus olhinhos fechados durante alguns minutos. Abriu os olhos, tirou o pinto da boca, olhou-me com ternura e disse ––Quanta loucura! Chupou mais um pouco, só que agora ela parecia tentar engolir o meu caralho todo. Chupava, lambiam sugava e fazia menção de que queria engolir o membro todo. Fique apreciando e, mais uma vez o arrepio em toda espinha, pensando em seu dono chegando. Não sabia se apressava as coisas, ou se aproveitava tudo que vivia com aquela mulher em sua casa.

Acho que fui chupado pela Neguinha por quase quinze minutos direto. Sentia uma pressão na cabeça do pau e nas bolas do meu saco. Ela se levantou, puxou a cadeira para perto de nós e colocou o pé direito na cadeira. Pegou o meu pinto e esfregou bem forte na sua boceta por duas vezes. Na terceira vez ela o ajeitou para ele que entrasse. Quando a cabeça entrou, eu o empurrei para que entrasse de uma só vez. Ela gemeu com um ligeiro sorriso na boca. Fui balançando devagar, com a Neguinha apoiando e segurando nas minhas nádegas. Passei a dar enterradas profundas, segurando também na bunda grande da Neguinha. Ela gemia e sussurrava coisas quase que imperceptíveis. Parei de balançar, a Neguinha tirou o pé da cadeira, mas o pinto ficou dentro da boceta. Nos beijamos bem apertado. Eu segurando na sua bunda e a Neguinha segurando na minha. Estávamos bem próximo da porta de entrada da cozinha. Depois do beijo, a mulher deu um sorriso lindo, pegou minha mão e me chamou. Em princípio, pensei que iríamos para a suíte, mas fomos para a sala. Quando passamos na porta do banheiro, assim que saímos da cozinha, pedi que ela parasse ali de costas para mim. Coloquei uma das mãos dela do lado direito da porta e a outra do lado esquerdo. Ficou assim na posição em cruz. Puxei a mulher pelas ancas, para que arrebitasse bastante a sua bunda. Ajeitei o meu pinto em sua boceta assim por detrás, e dei algumas tantas estocadas sem piedade. Meu tronco batia forte contra aquela bunda grande, a cada enterrada profunda que eu dava. Ela gemia empolgada a cada estocada. Eu queria que aquela emoção não acabasse. Sabia que ele poderia chegar a qualquer momento.

Ela me pediu que me sentasse no sofá. A Neguinha entrou no meio das minhas pernas, segurou meu pinto com vontade e começou a chupar. Ela chupava e ao mesmo tempo me masturbava, levando toda a pele do pinto para cima e para baixo. Com uma das mãos ela segurava firme nas minhas bolas, e com a outra ela fazia esse movimento de sobe e desce, batendo e chupando. A pele da base do meu pinto seguia o fluxo da mão e da boca da mulher a me masturbar. Vez ou outra os seus olhos atingiam o meu. A Neguinha me olhava com aquela emoção única. Eu respirava fundo, gemia, olhava em direção da porta, tentava captar sons e barulhos da rua. A mulher parecia que ia me engolir inteiro, começando pelo pinto. Mas de que adiantava ficar olhando em direção da porta. Se ele chegasse assim de supetão, e nos pegasse juntos naquela situação, que tipo de explicação caberia? Num determinado momento ela largou o meu saco, abraçou com a mão direita as minhas coxas, segurou as minhas bolas com a mão esquerda para manter meu pinto de pé, e passou a me masturbar somente com a sua boca, balançando a cabeça. Em alguns momentos quase que tentou enfiar o meu pinto inteiro goela abaixo. Eu tinha calafrios que desciam da nuca até os pés. Pensei que não fosse haver nada entre nós naquela manhã, porque a Neguinha falou assim que cheguei, que o seu marido estava por perto. Mas a mulher estava acabando comigo.

No momento máximo da nossa empolgação, com a mulher me chupando daquele jeito, parecia termos ouvido o som de um carro. Ela num salto se pôs de pé. Foi em direção ao quarto da filha. Apreensivo eu a segui olhando aquele corpo delicioso. Seria o fim da nossa festa naquele dia? Ela abriu uma fresta na janela e viu que era um carro de serviços, com alguém procurando algum endereço. O carro ficou poucos minutos parados em frente ao portão da Neguinha e depois saiu. Eu estava atrás da Neguinha, e antes que ela fizesse movimento de voltar, segurei-a pela cintura e pedi para arrebitar a bunda, enquanto ela fechava a janela. Ajeitei o meu pinto naquele bocetão que parecia um vulcão. Dei várias enterradas bem fortes. Ela me pediu para voltarmos para a sala. Chegando lá, ele me pediu que me sentasse novamente. Ela subiu naquele sofá tão branquinho, que dava um contraste incrível com sua cor negra.

Sentou-se no encosto do sofá, com a bunda ao lado da minha cabeça. De repente se levantou, passou uma das pernas sobre mim de costas, e colocou aquela coisa gostosa em minha boca para eu chupar. Eu olhava aquele rabo de costas para mim, sendo esfregado na minha boca. Nunca havia feito daquele jeito com a Neguinha em sua casa. Quando estive em sua casa em outras vezes, fizemos amor no sofá de muitas e tantas maneiras, mas daquele jeito maravilhoso era a primeira vez. Ela curvava o corpo e esfregava a vagina totalmente aberta em minha boca. Fazia assim, para que a minha língua pudesse friccionar e roçar o seu grelinho. Eu deixava a minha cabeça pender e cair na parte de cima do encosto do sofá, e segurava minha Neguinha pelas suas ancas. Simplesmente algo além dos limites do pensamento. A cada esfregada eu olhava também aquele cuzinho que se abria. Cheguei a dar algumas lambidas ali.
De tanta loucura, de tanto desejo, resolvi suplicar em sussurros, para que a minha Neguinha deixasse eu penetrar e invadir o seu ânus. Ela se fez de desentendida. Saiu daquela posição. Virou de frente, subiu sobre o meu cacete duro e passou a cavalgar, segurando e apoiando em meu pescoço. Eu ficava olhando aqueles pares de peitos sacudindo em meu rosto. Mais uma vez eu sussurrei em seu ouvido que queria o rabinho gostoso dela. ––Deixa-me entrar dentro desse cuzinho minha deusa? Falei assim quase como uma lamentação. Ela continuou impassível. Galopou o quanto quis com aqueles seus gemidos graves e aveludados. Depois de um tempinho fazendo o meu pinto de trampolim, desceu do sofá, virou de costas para mim, colocou o meu pinto em sua boceta, e voltou a se enterrar. Enterrava fundo e sussurrava que eu era gostoso demais. Deu várias enterradas profundas e sempre com seus gemidos. Já tinha desistido de pensar na possibilidade de o marido da Neguinha aparecer, porque a mulher não se mostrava preocupada. Eu apenas resistia o quanto podia aquela emoção. Tive que me esforçar para não gozar. Foi parando de balançar o seu corpo, tirou o meu pinto de dentro, agachou entre as minhas pernas e passou a lamber o meu pinto, deixando-o todo molhado da sua saliva quente que escorria. A Neguinha subiu novamente no sofá, pois parecia que queria brincar de galopar no meu pau. Acho que aquele dia, mesmo com o risco do marido por perto, ela queria brincar de sentir tudo o que podia.

Dessa vez ela foi mais longe, quando pensei que ela iria galopar novamente, com o meu pau dentro da sua vagina, ele me surpreendeu. Foi ajeitando o meu pau lambuzado de saliva no seu cuzinho que já estava bem aberto. Quando a cabeça entrou eu gemi em completo delírio. Ela sorriu com ares de felicidade e foi se enterrando devagarinho, até que meu pinto todo entrasse em seu rabo. Foi balançando devagar. Meu corpo tremia. Eu pensava no marido chegando, mas queria invadir aquele rabão mais uma vez. Ela balançava com os olhos fechados em emoção pura, eu segurando em suas ancas para ajudar o movimento. A Neguinha passou a balançar mais rápido e, eu forçava suas ancas para que meu pinto fosse todo até o fundo. Eu gemia, delirava, urrava baixinho envolvido por aquele presente que a Neguinha me dava. Já não sabia se olhava na direção da porta que dava para a cozinha, ou só olhava aquele corpo mágico sobre mim. Repentinamente ela parou de enterrar o seu cu no meu pênis. Desceu daquela cavalgada e ficou por alguns segundos a me olhar. Parou entre minhas pernas, colocou saliva nas mãos e passou na cabeça do meu pinto, que estava totalmente avermelhado. Depois de molhar a cabeça do meu pau com a saliva das suas mãos, a Neguinha virou-se de costas, segurou na base do meu caralho, ajeitando-o e foi colocando no seu cuzinho novamente. O cuzinho da mulher já estava bem aberto, já que havia acabado de penetrar. Deixei o meu corpo cair um pouco mais no sofá, para poder assistir aquela cena que eu iria presenciar. Dessa vez eu iria poder ver o meu pau invadir o meu maior objeto de desejo.

Impressionante que tivemos uma relação que durou tanto tempo, mas somente nos últimos quinze anos é que comecei a tentar fazer sexo anal com a Neguinha. Mas aquele era um momento único e incomparável. E, assim que ela ajeitou o meu pênis e a cabeça começou a invadir aquela bunda. com o buraco do ânus se mostrando aberto, os meus olhos brilharam, o coração acelerou, minhas mãos tremiam. Parece que diante daquela nova loucura, comecei a me sentir como se meus ouvidos fossem perdendo a sensibilidade lá de fora. Não conseguia ouvir o som exterior, somente do meu coração retumbante batendo na boca. A Neguinha foi empurrando a bunda para trás e meu pau foi entrando todinho. Eu não conseguia tirar os olhos do cuzinho dela que se abria, enquanto a Neguinha empurrava a bunda contra meu cacete. Logo ela começou a balançar, e sussurrando me perguntava: ––Você gosta assim, preto? É desse jeito que gosta? Come que é tudo especialmente para você. Os primeiros movimentos dela foram vagarosos, depois ela passou a enterrar fundo. Eu sentia o rabo da Neguinha chegar até bater nas minhas bolas. Não dava para responder, não dava para falar, não conseguia nem mesmo gemer. Eu só olhava o meu pinto entrar por inteiro no rabo da mulher. Eu já havia penetrado o cu da Neguinha outras vezes, mas podendo olhar o meu pinto entrar inteiro, nunca dantes acontecido. Se o marido da Neguinha estava por perto, se estava longe ou se poderia chegar logo em casa, eu não queria mais perder tempo em pensar. Tinha que viver essa emoção que agora me pertencia. Ela encaixava o seu rabo no meu pau, e não mostrava qualquer preocupação aparente com o homem lá fora.

No ápice da empolgação, fiz com que a Neguinha se deitasse com suas costas sobre mim. Segurei firme em suas coxas, deixei o meu corpo escorregar um pouco mais no sofá e passei a dar estocadas fortes, com a Neguinha suspensa sobre o meu corpo. Foram várias estocadas bem fundo. Acho que meu pinto nunca havia invadido as profundezas do seu cu, como aconteceu nesse dia. Virei o meu corpo lateralmente, coloquei uma das pernas no sofá e depois a outra. Ficamos na posição conchinha. Eu beijava a Neguinha e ao mesmo tempo enterrava fundo. Ela gemia com a boca na minha boca. A Neguinha pediu para descer, voltamos para a mesma posição. A mulher ajeitou novamente o pinto no seu rabo assim de costas para mim e, passou a se enterrar como uma perfeita alucinada. Enterrava rápido e fundo. Sentia o meu coração totalmente fora, do que poderia ser um compasso normal. Aquele bunda subia, descia, num abre e fecha que me enchia de tesão. Parecia que o cu da Neguinha ganhava profundidade. Quanto mais ela enterrava, parecia que seu rabo abria muito mais. Poucas vezes pude ver uma cena incrível como aquela entre nós.

Minha respiração ficou mais ofegante. Parecia que as minhas pernas perderam o controle. Entrei em delírio e gemia com tamanha empolgação, e fui dizendo para ela que não aguentava mais. Falei que estava difícil e que iria gozar. Ela disse: ––Pode gozar meu preto! E foi enterrando mais forte, mais fundo e mais rápido. Eu segurava a sua bunda e forçava para que ele entrasse todo. Num gemido e grito forte, cheio de emoção eu explodi dentro do cuzinho da Neguinha. Ela foi parando de balançar bem de mansinho e permitindo que meu pau saísse do seu rabo. Eu olhava o ânus da mulher, com aquele buracão bem aberto todo avermelhado, numa mistura de coloração vermelho e rosa. Deixei o meu corpo cair ainda mais no sofá, enquanto a Neguinha foi ameaçando de sair do meio das minhas pernas. Segurei-a e supliquei para que ficasse na mesma posição, para que eu pudesse ver a essência daquela emoção escorrendo do seu rabo. Ela foi gentil, deu algumas piscadinhas com o ânus e o líquido branco começou a escorrer. Quando ela sentiu que estava escorrendo, sorrindo foi se levantando e segurando as polpas da bunda. Foi caminhando em direção da porta e falou que iria se lavar. ––Vem comigo preto. Quis pensar no marido dela mais uma vez, mas lembrei-me que aquele dia era meu, e eu deveria aproveitar cada minuto com a presença daquela deusa.

Diferente de outras vezes que fomos ao banheiro da suíte, fui eu quem tomou a iniciativa de lavar a mulher. Comecei tocando no seu rabo, sentindo o meu esperma escorrendo ainda. Eu passava a mão de leve no sabonete, depois com o dedo médio eu tocava de leve o cuzinho da Neguinha para lavar. Fiz isso três ou quatro vezes, notando o buraco que começava a se fechar. Até que ela se virou de frente e passou a lavar o meu pinto com aquela delicadeza de sempre. Assim que terminamos de nos lavar, ela desligou o chuveiro e nos beijamos ainda dentro do box. Ela saiu com duas toalhas na mão, e eu a segui. Paramos perto da cama e a Neguinha me enxugou. Enquanto ela ficou no quarto se enxugando, falei que iria na cozinha buscar as minhas roupas para me vestir. Quando voltei ao quarto do casal, a Neguinha já havia se vestido. A mulher estava com um vestido esverdeado. Fui de encontro da Neguinha, assim que ela saía do banheiro, onde havia ido colocar as toalhas. Dei-lhe um beijo rápido, e disse que ia embora. A Neguinha soltou uma gargalhada daquelas. ––Você não é louco! Disse ela com aquele seu espetacular sorriso largo. ––Você não é louco de ir! Repetiu. ––Você não vai mesmo me deixar aqui subindo nas paredes, depois de tudo isso que fizemos. Não é?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Um acontecimento especial

Um acontecimento especial

UM ACONTECIMENTO ESPECIAL… QUANDO ELE FOI LEVAR A SOGRA EM JUNDIAÍ. Autoria: Val Theo Imaginem vocês, que as coisas entre nós aconteciam muitas vezes por mera casualidade ou intervenção do destino. Confesso, que sobre aquele dia, lembro-me muito bem, assim como se fosse hoje. Praticamente impossível de esquecer. Era um tempo em que além da […]

No quarto do casal havia uma poltrona

No quarto do casal havia uma poltrona

Autoria: Val Theo No quarto do casal, quando ainda moravam lá na casa da vila, na primeira casa que eles compraram, além de uma poltrona, também havia uma rachadura. Assim, resolvi escrever sobre o dia em que a filha comentou com o pai, que o amigo da mamãe havia entrado lá no quarto deles. Ele […]

Selma e o técnico de tv

Selma e o técnico de tv

Acordei com vontade de dar a bunda e chamei esse técnico de tv aqui em meu apartamento. Foi exatamente isso. Quando acordo com vontade de dar a bunda é algo incontrolável mesmo. Sinto o ânus suado, quente e piscando. E logo ainda na cama, ao acordar. Não sei explicar esse tesão que tenho na bunda. […]

Selma Recife com dois coroas do sertão

Selma Recife com dois coroas do sertão

Para ler e escutar Acho que ainda não falei de forma enfática, mas quero abordar isso agora. Sou viciada em machos e caralhos diferentes, todo Brasil sabe, pois desde 2007 faço filmes e fotos de minhas aventuras. Aliás, meu marido quem faz os filmes e fotos, pois é um corno manso, conformado e feliz. Gosto […]

Fui arrombada no mato e gostei!

Fui arrombada no mato e gostei!

Oi amores! Sou a estéfani tenho 19 anos, moro em Santa Catarina, vou contar o que aconteceu em 2015 quando tinha 14 anos. Os nomes de terceiros vão ser mudados para não comprometer ninguém, só o meu nome é verdadeiro. Sexta feira a noite eu e minha irmã estamos no quarto, minha irmã é a […]

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Africano fode o cu da minha esposa na minha frente

Bom dia a todos. Podem me chamarem do que quiserem, pois não ligo. Se quiserem me julgar, tudo bem. Se acham errado, fodam-se. Ser corno conformado foi a melhor coisa que me aconteceu até hoje. Quem acha que estou errado, pode até em casa ter uma mulher puta e nem sabe. Ainda. Pense nisso. Ou […]

Fodendo a gostosa mulher do corno

Fodendo a gostosa mulher do corno

Vou contar uma situação que aconteceu comigo quando tinha 23 anos, gosto muito de ir para interiores pois adoro o campo e fui com um amigo para sul de minas em uma cidade pequena na casa de uns parentes dele passar um feriado. Chegando lá fomo recebidos muito bem pela sua tia e tio, nos […]

Como ela aguentou isso na bunda?

Como ela aguentou isso na bunda?

Eu bem que avisei a minha esposa, que esse negócio de querer caralho muito e grande na bunda podia lascar o ânus dela. Mas palavra de corno é mesmo que nada. Na verdade, a culpa é minha. Há quatro anos pedi para ser corno. Exatamente isso. Entrei na internet e procurei o nome Selmaclub. Foi […]

Anal com cinco machos Selma e amigas

Anal com cinco machos Selma e amigas

Vejam nessas fotos as 14 camisinhas usadas por amigos nossos nesses dias. E veja as fotos dessa minha bunda e de minhas amigas, aqui em minha casa, na praia de Porto de Galinhas. E adoro marcar nessa casa com novos amigos que fazemos diariamente, pelo nosso chat. Eu e amigas estamos todas as manhãs e […]

O corno tem nojo dessa bunda

O corno tem nojo dessa bunda

Quem já viu meus contos e aventuras, com muitas fotos e filmes arriscados, sabe o quanto sou maluco por bundas. Principalmente a de esposa de amigos meus. É algo incontrolável que sinto. Principalmente as mulheres lindas, com bundas grandes e que usam calcinhas e biquínis socado no meio do rabo. Cheiro de bunda de mulher […]

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Selma com dois peões sujos e dotados, na cama

Bom dia a todos. O Brasil inteiro sabe o quanto sou uma casada chifradeira. E como gosto de machos jovens e dotados, principalmente trabalhadores braçais. E meu marido sabe de tudo, claro. É o maior corno manso e conformado que existe no Brasil. Sem sombras de dúvida. Desde 2007 pediu para ser corno e hoje […]

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Contos eróticos – A chifradeira de Paulista PE

Esse conto é uma colaboração da amiga Selma de Recife MILHARES DE AMOSTRAS DE FILMES, MEUS E DE MINHAS AMIGAS. TUDO TOTALMENTE FREE. VEJAM COMO TEM CORNOS E ESPOSAS CHIFRADEIRAS NESSE BRASIL. ACESSE: />

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

Conto erótico Você me chamou de dissimulado

VOCÊ ME CHAMOU DE DISSIMULADO Autoria: Val Theo. Sei que você vai aproveitar essa oportunidade solene, para mais uma vez vir me dizer que eu não preciso contar nada disso. Vai me dizer que eu não preciso falar sobre o assunto nós dois juntos. Vai me dizer que eu não preciso escrever e nem falar […]

Minha primeira vez com um negro

Minha primeira vez com um negro

Meu nome é Estéfani, tenho 19 anos, sou de origem alemã moro em Santa Catarina. Tenho um conto real aqui no site, como eu transei pela primeira vez e virei garota de programa. Agora vou contar como eu transei pela primeira vez com um negro ele era da cidade de Luanda da África. Os nomes […]

Sempre quis ser corno

Sempre quis ser corno

Olá meu nome é Josué e minha esposa se chama shirley, mesmo antes de conhecer ela já tinha o fetiche de ser corno , e só fui realizar essa fantasia depois de oito anos de casados, na cama sempre fomos bem loucos e fodemos em todas as posições possíveis, pois sempre estamos olhando filmes pornos […]

Como perdi meu cabaço

Como perdi meu cabaço

Como perdi meu cabaço Oi meus amores!. Meu nome é Estéfani, tenho 19 anos, sou de origem alemã, moro em Santa Catarina. Vou contar como iniciei minha vida sexual, e me tornei uma acompanhante de luxo, (garota de programa) os nomes de terceiros que irei citar são ficticios para não comprometer ninguém. Vamos voltar a […]

A primeira vez no swing

A primeira vez no swing

Olá, Neste conto eu vou falar da minha primeira vez em uma casa de swing,tudo começou quando eu vi um anuncio no site de relacionamento que teria uma noite trans em uma casa de swing, e como eu estava de boa nesta semana e com muita vontade de transar não pensei duas vezes e decidir […]

Metendo a rola na coroa baixinha tesuda

Metendo a rola na coroa baixinha tesuda

Ola meu nome e J e tenho 19 anos, e faço faculdade em uma cidade longe da minha, quando cheguei à cidade fiquei maravilhado pelas belas mulheres que moram nessa cidade, quando fui atrás de uma casa para alugar, fiquei bobo com uma coroa gostosa que morava perto da casa que estava para alugar, mesmo […]

Conto erótico – Trepando com o chefe depois do horário

Conto erótico – Trepando com o chefe depois do horário

Meu nome é Angelica, sou loira, 1,70 alt, 56 kg, olhos verdes, cabelos longos e lisos, seios médios e durinhos, cintura fina, coxas grossas, bundinha empinada, sou fogosa e bem safadinha… Há umas três semanas comecei a trabalhar como secretaria em uma empresa de engenharia, apesar de não ter experiência, tenho muitas qualificações e o […]

Minha primeira vez no motel – Parte 2

Minha primeira vez no motel – Parte 2

Me chamo “A”, sou DJ, tinha 21 anos na época do ocorrido e morava na cidade de São Luís – Ma. Esse é meu quinto conto parte dois. Se você não leu meu conto anterior, só me mande um e-mail que prontamente irei disponibilizar os demais contos e quem sabe se conhecer. Após o chocolate […]



fotos de putaria amadorafotos de sexo com casadascoroa caseirablog contos eroticosfotos sexo casadasso caseiras safadascoroas cseirascontos eróticos.com.brfotos de putariasimagens de sexo amadorblog da angel limacaseiras brasileirasso caseiras netfoto minha mulhergostosas blogspotblog do amadorfotos de sexo blogamadoras blogspotminhamulher.comfotos amadoras de casadasfotos amadoras brasilcorias caseirasminha mulher fotos amadorasblog da loira danadaso fotos caseirasvagabundos do orkutimagens caseirasvagabas do orkutfotos de sexo comcontos eroticos imagensfotos de coroas bundudasfotos de casadas putasfotos porno amadorfotos de sexo com coroasesposas amadoras fotoscontos pornôsvagabundas do orkutygostosas fotos caseirasblogdascaxorrasconto erotico ilustradoconto erotico com imagemcontos eroticos com fotos reaisfotos porno casadasfotos de coroas brasileiras gostosascontos eroticos com figurasminha mulher pornoso caseiras netminhamulher.cfotos casirascontoseroticos.comfotos de sexo com esposafotos de velhas gostosasrelatos eroticos reaisblogdascaxorras.netfotos minha vizinhafotos gostosas sexobuceta caseira fotosvagabunda do orkutminha mulher pornblog amadorcoroas caseiras bucetudasvagabas do orkutfotos de putas caseirassite minha mulhersó caseiras fotosfotos de casadas gostosasamadoras blogcasadas cachorrasfotos coroas gostosascontos eróticos com imagemwww suavizinha com brwww coroas caseirasfotos da sua vizinhacontos eroricos com fotosfotos amadoras de sexocontos eróticos amadoresfotoscaseirasua gostosa fotossua vizinha top 10fotos gostosas amadorascontos eroticoacontos eroticos ilustradosblog das caxorras
website statistics